Logo aos quatro, Carroll, cara a cara com o goleiro Joe Hart, desperdiçou a primeira grande chance. Prova que a fase do ex-atacante do Newcastle não anda nada boa.
Aos nove, o capitão Gerrard arriscou de longe e obrigou Hart fazer grande defesa. Na sequencia, o arqueiro fez outra bela intervenção após arremate de Downing colocando para escanteio.
Gerrard abre o placar
Após a cobrança, Agger foi atingido com uma solada pelo jovem montenegrino Stefan Savic, substituto do capitão Kompany – suspenso por um cartão vermelho que levou diante do Manchester United no final de semana. Pênalti. Gerrard, com classe e força, não deu chances a Hart.
Em vantagem, os Reds recuaram e viram o City ter mais controle da bola, mas sem criar chances de gol. Vendo essa falta de criatividade no meio de campo, o técnico Roberto Mancini fez uma alteração polêmica aos 38. Sacou Balotelli, que não demonstrou sinais de estar sentindo qualquer lesão – mas tampouco saiu reclamando, deixando apenas o gramado direto para o vestiário -, e colocou o francês Nasri, adiantando Agüero para o comando do ataque.
Sem Balotelli, os primeiros lances de perigo do City
Com essa nova formação, o City, finalmente, criou suas primeiras jogadas de perigo no duelo. Aos 43, Nasri chutou forte parta boa defesa do espanhol Pepe Reina. Um minuto depois, Milner, sozinho na entrada da área, chutou por cima.No segundo tempo, os donos da casa voltaram com mais apetite. Aos dez, Kelly saiu jogando mal. Agüero pegou a bola, driblou Reina, mas, sem ângulo, acabou chutando por cima da meta do Liverpool. Três minutos depois, Richards, de cabeça, teve nova oportunidade de empatar após cobrança de escanteio.
Desesperado pelo empate, Mancini promoveu a entrada do bósnio Dzeko e do russo Kolarov, um atacante e um lateral forte no apoio, respectivamente, nos lugares de Johnson e De Jong. No entanto, as substituições não surtiram o efeito desejado e o Liverpool, que jogou retrancado durante toda a segunda etapa, assegurou o triunfo.


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